Bope: os verdadeiros “Caveiras” da Bahia completam dois anos de serviços

Com destaque em 2016, pela atuação nas Olimpíadas, nos desarmes de artefatos explosivos e nas megaoperações em Salvador e Região Metropolitana, além do interior baiano, O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), os verdadeiros “Caveiras” da Bahia, comemoraram nesta sexta-feira (9), dois  anos de implantação da unidade, de policiais que são designados sempre quando o “bicho pega”.

Na década de 70 surgiu o embrião que deu origem ao Bope. Na Companhia de Polícia de Choque do 5º Batalhão de Policia Militar (Centro Administrativo da Bahia) foi criado o Pelotão de Operações Policiais (Pelopes). A capacitação era realizada em conjunto com integrantes da 6ª Região Militar (Exército).

Em 1983 a PM dá mais um importante passo na construção do seu grupo de elite e cria o Batalhão de Choque, tendo como sub-unidade a Companhia de Operações Especiais. Este novo batalhão foi instalado na antiga Fazenda Caji, município de Lauro de Freitas, onde funciona até os dias atuais.

Além da vontade institucional, um oficial também teve papel fundamental na história do Bope. Em 1981, o 1º tenente PM Jalon participou do Curso de Operações Especiais (COEsp), na Policia Militar do Rio de Janeiro. Ao retornar à Bahia, entrou para a história das Operações Especiais da PM baiana como o primeiro caveira do estado. Coube a ele implementar o viés técnico das operações especiais.

A partir deste momento oficiais e praças baianos romperam as fronteiras para se formarem em operações especiais, técnicos explosivistas, atiradores de precisão, além de participarem de seminários e vários outros eventos relacionados ao assunto. No ano de 2014 a unidade, levando em consideração os serviços prestados, ganha status de Batalhão e amplia sua área de atuação. “Fico feliz em ter contribuído com a elevação deste batalhão tão indispensável para a segurança pública da Bahia. Vida longa ao Bope”, desejou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa.

O comandante do Bope, tenente-coronel Paulo José Reis de Azevedo Coutinho, afirmou que a unidade tem a responsabilidade de agir com precisão. “Estamos prontos para ajudar os baianos nos momentos mais difíceis, além de preparar os policiais para o enfrentamento ao crime organizado”, declarou Coutinho.

Fonte:Bocão

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